madragoa.

 São sombras que atormentam a minha alma,

Manobras de um ser que procura a calma,

Nos dias de chuva que insistem sem forma,

Ramificações sem dor ou sem madragoa,

Choro sem sentido para o fundo desta lagoa,

Olhando o espelho de quem não sabe ver,

Mas que um dia também quer viver.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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