São sombras que atormentam a minha alma,
Manobras de um ser que procura a calma,
Nos dias de chuva que insistem sem forma,
Ramificações sem dor ou sem madragoa,
Choro sem sentido para o fundo desta lagoa,
Olhando o espelho de quem não sabe ver,
Mas que um dia também quer viver.
M.