Não sei escrever linhas de pensamentos num poema encantado,
Fugo deste mundo para tentar ver o que me acontece na brisa,
De um poeta esquecido na esquina de uma rua abandonada,
Onde as palavras eram ocas e voavam por entre os dedos,
Daquele homem que almejou alcançar o nada,
E na despedida de uma sombra encontrou o Sol à espreita,
Para percorrer a estrada do sabor salgado na marina de um mendigo.
M.
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