papel

Farto de esperar que os perigos das nuvens atravessem a minha Alma,

Penso que já é tempo de saber que nada eu saberei desta vida,

Posso eu amar o meu anjo que uma vez olhou para mim naquela esquina,

Onde a minha esperança acreditou que as cortinas fossem de papel,

E o meu desejo de abraçar o teu beijo foi feito de sal ao amanhecer,

Naquela noite despojada de uma fantasia acreditada no vale dos lençóis,

E na eternidade de um pensamento atingir um nirvana impossível.

M.

 

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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