Sinto o frio de uma manhã a lavrar a minha face de dor,
Corro por entre os arbustos de uma floresta esquecida,
Levo comigo uma mão de rosmaninho para cheirar no caminho,
Não tenho odor de nada saber ou perfume de nada entender,
Mundo que me leva à loucura, mundo que me deixa voar.
M.
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