Não sei que palavras devem ser ouvidas,
Momentos que possam ser entendidos,
Ou tristezas que podem ser apagadas,
Finjo que nada sou para nada saber,
Numa oculta lembrança de um ser,
Que não sabe soletrar os acordes da vida,
E cantar os sonetos de Amor ao luar.
M.
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