acordes da vida

Não sei que palavras devem ser ouvidas,

Momentos que possam ser entendidos,

Ou tristezas que podem ser apagadas,

Finjo que nada sou para nada saber,

Numa oculta lembrança de um ser,

Que não sabe soletrar os acordes da vida,

E cantar os sonetos de Amor ao luar.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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