Como posso eu existir numa folha de papel,
Largar palavras escritas num poema notável,
Onde os sentidos perdidos se transformam,
Numa indelével poesia que espanta o espírito,
Longe da imensidão de uma Alma cansada,
Que desafia a lógica de onde chegaram,
Ao lugar onde se estenderam por entre a alvorada.
M.
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