desconhecido

Sol de inverno numa manhã despida,

Eu vejo no horizonte uma linha de vida,

Quero ser aquele que te quer na boca,

E beijar-te sem fim,

Levar o teu perfume até ao fim do meu corpo,

Acreditar que vais ser a minha esperança,

E amar-te ao luar,

Sabendo que nos sonhos iremos triunfar,

Perante as inglórias de um passado desconhecido.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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