Sol de inverno numa manhã despida,
Eu vejo no horizonte uma linha de vida,
Quero ser aquele que te quer na boca,
E beijar-te sem fim,
Levar o teu perfume até ao fim do meu corpo,
Acreditar que vais ser a minha esperança,
E amar-te ao luar,
Sabendo que nos sonhos iremos triunfar,
Perante as inglórias de um passado desconhecido.
M.