Lástima.

 Sou uma lástima de pensamentos vagos,

Percorre a minha alma à procura da sua inocência,

Assaltam-me os traumas de não ser,

Invade-me o meu âmago a tristeza de não vivido,

Confunde-me as emoções de negatividade,

Sei que procuro ser diferente e ao mesmo tempo igual,

Será que tenho futuro neste caminho que percorro,

Não sei onde estará o meu segredo de vida,

Volto-me para a minha caverna de escuridão,

À procura talvez do meu próprio perdão,

A ser e a ter um dia onde irei encontrar a paixão,

De voltar a saber o que o é que viver.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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