Pistoleiro.

 Duras realidades que entram pela porta desta casa,

Sombras escuras que pensam que me afugentam,

Forças que despertam em mim como um cavaleiro,

Lutas que travo para afastar as noites de frio gelado,

Em ti a dama que enche de luz o destino do meu ser,

Na bolina desta vida vou contigo até ao fim do mundo,

Na loucura da minha cabeça um fio de lucidez que arrasa,

Em paz quero estar para não ser mais um pistoleiro.

M.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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