Boémios.

Dizes que sou um romântico,

Mas sei que não sou simpático,

Quero dizer-te apenas o quanto sinto,

Porque estou faminto,

De sentir a tua alma na minha cama,

Na vontade de atear esta chama,

Para beijar os teus seios,

E sem anseios,

Navegar entre esses fios,

Que na suavidade dos teus lábios,

Vivemos como numa inspiração de boémios,

Corações que se fundem.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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