Estrelas cintilantes

Como uma criança que corre na felicidade,

Palavras que se traduzem na seiva da vida,

Versos poéticos vertidos em dedos de mel,

À procura de um abraço no vento de quem quer,

Pedindo que a magia possa cobrir o céu de estrelas cintilantes,

Quando o homem decide que o silêncio abre a sua porta,

Tocando a face de um sorriso dourado,

Um pouco de loucura vai sobreviver por entre os pensamentos,

Onde lá ao longe a miragem se torna realidade,

Olhando um horizonte procurando voar mais alto,

Sem saber se um desejo foi realizado por Aladin.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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