Nas asas de um anjo sussurro a melodia da minha Alma,
Na longínqua vontade de satisfazer uma fantasia selvagem,
Procuro saber a razão da minha natureza sombria,
Enquanto corro em direção a um sol ardente sorrio ao vento,
Tento descobrir se os meus transtornos se dissolvem na chuva,
Mesmo que a noite não possa me deixar sonhar,
Olho por uma janela uma estrada que me possa libertar para além de mim,
Mais uma mensagem que quero escrever nas centelhas de um delírio,
Se a esmeralda dissesse que a cor da vida é apenas um sentimento,
Deixo que o encanto de um beijo madrugador me desperte,
Tentando sentir o doce o teu sabor na minha boca,
Para na sombra crepuscular viver a serenidade de uma serenata.
M.