Queria que o normal fosse o desenho do meu corpo,
Apagar do meu ciúme o pensamento não vivido,
Entrar com vigor e destreza numa batalha sem rei,
Vencer a corrida de uma maratona ao entardecer,
Largar pela estrada os fardos da minha alma,
Subir por entre as colinas e gritar bem alto,
Cantarolar ao vento os poemas que te escrevo,
Dançar até morrer nas ondas do sol escaldante.
M.