Quando a manhã acorda pela janela semiaberta,
Um reflexo no espelho da minha Alma desperta,
Susurro um poema no orvalho à busca da resposta,
Lembro na folha que caí ao chão a força de mais uma luta,
Assim me escondo por trás de uma revolta,
Em pensamentos que me trazem uma escrita,
Saber que em momentos vivi uma disputa,
Para morrer sem saber o que seria uma descoberta,
Acreditar que o caminho que escolhi não seria pateta,
Mesmo que o mundo fosse diferente da tormenta,
Que assaltou o suor da minha escuta,
Ainda que não tenha sentido a primeira vez aberta,
Vou à procura de encontrar a minha serenata.
M.