As palavras que eu escrevo são poemas que o tempo esqueceu,
Sementes plantadas numa terra onde o sol se esconde para ouvir,
Acordes melancólicos na neblina de uma manhã,
Tamanha vontade de escutar o som das ondas a bater na areia,
À espera que no vai e vem da maré a esperança possa emergir,
Como o nascer do Sol depois de uma tumultuosa noite de inverno,
Onde a Alma desenhou as curvas de um sonho por viver,
Desejando a vontade ser possa também ser a magia de ter.
M.