Digo mais uma vez às paredes as mensagens outrora entoadas ao vento,
Quero me habituar ao calor que emana de um vulcão em erupção,
Sentir por entre os dedos os cabelos de uma feiticeira do amor,
Ao brandir três vezes sem parar uma centelha de luz ao seu rosto,
Quebrar as barreiras de uma mente perdida no tempo de inverno,
Para se congratular da aparição vinda do céu que encontrou no recanto do meu ser.
M.