Faço para ti este soneto de amor,
Escrito em folhas de alecrim verde,
Cantado nas epopeias do Olimpo,
Feito de alegrias e momentos de perder,
Onde a dor se transforma em leve flor,
E o tempo, em brisa que nunca se perde,
Teu nome ecoa, claro e limpo,
Como luz que insiste em renascer,
Se a noite cai com seu manto escuro,
É teu sorriso que rasga o véu,
Promessa antiga de um amanhã mais puro,
E assim te entrego, em verso fiel,
Meu coração, frágil e seguro,
Guardado no infinito azul do céu.
M.
