Quem me dera que fosse uma borboleta,
Nascer sem corpo ou Alma,
E renascer como uma fénix do fogo divino,
Quem me dera que fosse uma lágrima,
Juntar-me ao doce das águas do rio,
E afogar a minha divagação no seu leito,
Quem me dera que fosse um homem,
Sentar-me junto à pedra rolante,
E cantar bem alto a cor do meu desejo.
M.