Quem me

Quem me dera que fosse uma borboleta,

Nascer sem corpo ou Alma,

E renascer como uma fénix do fogo divino,

Quem me dera que fosse uma lágrima,

Juntar-me ao doce das águas do rio,

E afogar a minha divagação no seu leito,

Quem me dera que fosse um homem,

Sentar-me junto à pedra rolante,

E cantar bem alto a cor do meu desejo.

M.



lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem