Não sou um poeta

Não sou um poeta de escrita fácil,

Também não sou um duende da floresta,

Luto por desenhar poemas ao luar,

Descobrir poesia nas prosas da estrada da vida,

Procurar o caminho que me leve à palavra,

Definir momentos que transpirem coração,

Saber que posso um dia vir a ser,

E na desgraça do meu ser olhar para ti,

Pintar quadros de amor ao nascer do dia,

Encontrar sentimentos perdidos nas ondas do vento,

Percorrer por entre as brumas da felicidade,

Na esperança de voltar a encontrar a minha Alma.

M. 



lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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