Falam os meus demónios na manhã que desperta,
Deixam o meu pensamento no fundo de uma ravina,
Tento fugir da sombra sem sucesso,
No amor acalmo o meu fôlego,
A caminho da luz procuro ser,
Sem encontrar ninguém que me salve,
Bebo mais copo para queimar o pensamento,
E sem saber descubro quem me quer.
M.
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