atalho

Posso eu existir em lugar de ninguém,

Serei um momento no tempo de alguém,

Deixo um ar lavado me levar a Alma pelo caminho,

Terei a noção das coisas que sejam mais um atalho,

Que confusão é esta que me perde a cabeça,

Como irei escrever a poesia desta desavença.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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