Em que vida posso eu viver,
Que linhas de poemas posso eu ter,
Sorte malvada que me deixa sem folêgo,
Capaz de fugir e não pensar em sossego,
Que me deixe num lugar sem sentido,
E me faça acreditar que só eu entendo.
M.
Em que vida posso eu viver,
Que linhas de poemas posso eu ter,
Sorte malvada que me deixa sem folêgo,
Capaz de fugir e não pensar em sossego,
Que me deixe num lugar sem sentido,
E me faça acreditar que só eu entendo.
M.
Posso eu existir em lugar de ninguém,
Serei um momento no tempo de alguém,
Deixo um ar lavado me levar a Alma pelo caminho,
Terei a noção das coisas que sejam mais um atalho,
Que confusão é esta que me perde a cabeça,
Como irei escrever a poesia desta desavença.
M.
Nem escrever agora sei, Letras que me deixem sonhar, Um momento de alegria contigo, Falar de sentimentos ao luar, E deitar-me contigo na en...