é estranho,
este corpo que se solta quando te vê
como se a gravidade deixasse de ter sentido.
vou noutra direção,
sem mapa, sem norte,
apenas o eco do teu nome.
encontrar-te foi
um acaso bonito numa noite cansada,
entre luzes que caíam do céu
e promessas que ainda não sabiam ser promessas.
mergulho nos teus braços
como quem aprende a respirar outra vez,
e fico ali,
a tentar descobrir
onde começa o teu coração
e onde acabo eu.
M.
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