mar salgado

Ainda hoje é manhã que transluze um perfume de mar salgado,

Deitado sobre um areal de ouro que mergulha entre as ondas,

Agarro o vento que me atravessa os dedos de uma mão desfeita,

Por entre laivos de batalhas travadas ao sol de um momento,

Para onde as Almas caminham para encontrar o seu lugar,

E na esperança de encontrar a fonte da juventude se inclinam,

Na loucura de saber que apenas somos apenas uma lágrima derramada.

M.

 


lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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