Não tenho nada que seja um encanto,
Navego por águas turvas sem esperança,
Sento-me aqui à espera da bonança,
Alcanço o Sol para lá deixar a lança,
Que leva de mim mais um momento,
Para chegar a saber se o beijo foi eterno,
E a minha paixão não se afogou no mar,
Descoberta numa manhã de prazer intenso.
M.
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