atropela

Sou os restos de um rio que transbordou na margem,

Um sopro perdido de um vento feroz,

Acabo sentado ao canto de um bar a esquecer o dia,

Navego sem remos rumo ao destino encantado,

E numa mensagem escrita sem palavras,

Procuro encontrar um caminho a percorrer,

Neste marasmo mental que me atropela,

E me faz esquecer que nem tudo é perdido,

Num dia que a noite vestiu de azul,

E a vontade da ilusão quis descobrir.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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