quem me dera.

 Quem me dera ser o caminhar do pedinte,

Quem me dera escolher o quadro que pintar,

Quem me dera saber escrever em papel sem palavras,

Quem me dera ouvir o silêncio do murmúrio do mar,

Quem me dera amar e nunca mais voltar.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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