chovida.

 Quando o dia é feito de cortinas escuras,

Sigo em direção ao destino do que procuras,

Sem saber se a loucura é um estado,

Ou o sentimento de viver está assustado,

Varre-me o pensamento de quem um dia pensou,

E descobrir que apenas eu sou,

Um ser que descobre o sal da vida,

E num piscar de olhos o sabor de água chovida.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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