Onde a chuva melada cai sobre a pele ao relento,
Por trompas e trompetes que ecoam nos montes perdidos,
A madrugada rompe o céu adormecido,
Sinto a primeira luz a tocar o teu rosto,
Na doce esperança aquecemos os nossos corpos despidos,
E entre suspiros e o silêncio vamos assim nos perdendo,
Para guardar este instante, tão breve e tão querido.
M.