Dedilhar à guitarra

 Se eu soubesse que a música era tua,

Uma bonita poesia que podia dedilhar à guitarra,

Cantar sabores de verão ao teu coração,

Esquecer-me nas ondas de uma maré o segredo,

De mãos dadas saber que vou voltar a sentir,

Depois de uma manhã ecoada numa noite suada,

E por entre brumas selvagens lutar para encontrar,

Uma estrada que me leve até ao infinito do teu ser,

Perder-me sem sentido e preencher noites vazias,

Dou um beijo apaixonado como se o mundo parasse,

E nesse instante voltar a acreditar.

M.



lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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