paz alcançada

Caramba, saberei eu escrever linhas tortas em papel celeste,

Caminharei sentado num carreiro de éfemeras alucinações,

Fugido de uma caverna de sonhos desfeitos,

Não serei o teu escravo destas minhas divagações,

Posso eu tentar encontrar os trabalhos a preceitos,

Descobrir que tudo é feito com um cipreste,

E nada que bebo encontro a paz alcançada,

De te ver junto a mim longe da minha paixão desgraçada.

M.




lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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