coração errante

 Minha alma indomada,

Meu suspiro na dor do vento,

Ó madrugada celeste,

Porque sangra o meu tempo,

Pulsa no peito um silêncio,

Terei o meu sofrimento no som errante,

De quem escuta o coração errante,

Num momento de ausência poética,

Deixo-me sentir no sepulcro do pranto.

M.



lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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