sossego

 Devia ter sido aquele dia onde o Sol nasceu para aquecer o coração,

Desprendido entre os véus de uma névoa penetrante no rio do Sul,

A caminho de um trecho de música que se faz ao cantar o sossego,

E sem melodia encontrar um fio de prata banhado na costa do Sol,

E lá no fundo beijar o céu que de azul se vestiu para ver uma vez mais.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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