efémera

Já nem lembro do que devia ser,

Num filme que não sei o guião,

Numa curiosa esperança sem ilusão,

Faço do céu o meu caminho a arder,

Num mar de chamas sem sombra,

Num nome que procuro para a ascensão,

De um espírito que me usa na quimera,

Escondida entre as ondas do renascer,

Pensada para um dia ir até efémera.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

إرسال تعليق

أحدث أقدم