Quero fazer a sorte para unir o tempo e o vento,
Num só instante estalar os dedos e curar,
A maleita de uma nódoa que não quer sair,
Junto a força para em mim o anjo suprimir,
O mal que uma vez quis de mim o meu ar,
Sussurrando ao meu ouvido aquele concerto,
Que libertou de dentro a luz que fez colorir,
A tela de uma paisagem vista ao fugir.
M.