fome de querer

Uma simples letra que beija este capítulo,

Onde a escrita é feita de linhas em novelo,

Foge por entre os dedos do poeta,

As feridas de tanto querer traduzir o sentimento,

Que outrora encontrou naquele momento,

Amanhecido numa cama despida de ti,

Quando o sonho despertou a fome de querer,

Uma vez mais sorrir no dia da tua magia,

E na cor pintada numa tela para florescer,

Na manhã fria e nua no calor que vai aquecer.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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