perdido.

 É claro que nada fiz ou nada sei para ser,

Derrota de um guerreiro que não sou ir à guerra,

Valente formiga que trabalhou sem rumo,

Duende de uma floresta que se perdeu,

Num caminho que se afastou de um destino,

Que alguma vez foi descoberto num olhar,

Perdido entre as brumas banhadas na costa.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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