nada vejo.

 Olho para mim e nada vejo,

Perscruto o tempo de ouvir a Alma,

E nada oiço,

Um peso que se abate nas encostas do meu desassossego,

Sentidos opostos que navegam ao vento,

Fulgor que se aprisiona dentro de mim,

Pesados os meus olhos,

Dorido o meu corpo,

Sentida a minha Alma,

Respiro com força para éter limpar o meu ser,

Azul refrescante e cintilante,

Assim serei mais puro para a vida.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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