Infinito azul

​Já fui um marinheiro de água doce,

Nas margens de um rio desdenho mais um afazer da terra,

Quero aventurar-me no mar salgado,

Partir à descoberta de novos mundos e sensações,

Partir e levar comigo a minha alma despida,

Quero ser a descoberta de um coração por encontrar,

Quero ter na alma o calor de um sabor sentido dos lábios de uma amada,

Partir e descobrir a passagem para o infinito azul.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem