Forjada nas palavras de um idioma esquecido,
Sinto as texturas de um corpo de porcelana que não consigo imaginar,
Que segredos encerram estes sentimentos esfumados numa promessa de uma imagem,
Num enigmático e misterioso gesto proclamo em prosa mais um ritmo profundo,
Numa noite que irrompe em vigor por entre as nuvens azul-celeste,
Acendo mais um cigarro que cruelmente me incendeia o meu semblante apaixonado,
Quero assim encarnar o figurino de uma epopeia que é pintada numa tela despida de branco.
M.