Fábula encantada

​Quero recitar os fragmentos da minha história ao teu ouvido,

Num frenesim de cores sem nome escolho palavras do fundo do coração,

Olho para a noite despida onde me regalo na dança das estrelas distantes,

Nesta pauta escrevo o argumento de uma novela sem nome,

E num afecto introvertido deixo-me guiar até ti num paraíso desenhado das fábulas encantadas.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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