Frio.

 Um frio que desce pelo corpo despido,

Uma forma de sentir o mar por entre os pensamentos,

Um beijo que dou ao vento para chegar a ti,

Uma melodia que nasce no bater das ondas,

Um querer de viver sem saber se podemos ter,

A magia de abraçar o calor que me conforta,

Uma vontade de ir até à lua buscar a sua luz,

E nas noites de amor acender até ao raiar de um novo dia.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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