Infinito.

 No horizonte do olhar,

procuro o sinal,

nas veias o sangue a brotar,

sabendo que algo está lá,

além,

o sublime desconhecido,

num abraço,

na loucura do sentimento,

na lucidez do conhecimento,

na ansiedade de fugir,

na certeza de ficar,

um caminho,

uma luta,

um coração,

no caminho do meu saber,

no infinito das palavras que não se ouvem,

no carinho que não se toca,

mas se sente,

no calor de saber,

que o infinito é o teu lugar,

na luz do verão,

na chama da lareira no inverno,

o meu fervor até ao infinito.


lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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